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 DA ASSOCIAÇÃO
A AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO IAC
O Jardim Botânico IAC é um Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do InstitutoAgronômico (IAC). Tem por missão pesquisar, desenvolver estudos e transferir conhecimentos científicos e tecnológicos em assuntos ligados aos jardins botânicos. Aglutina áreas fortes da instituição: Conservação de Recursos Genéticos, Intercâmbio e Quarentena, Botânica Econômica, Qualidade de Sementes e Educação Ambiental.
PLANO ESTRATÉGICO
Diretor: PqC Renato Ferraz de Arruda Veiga E-mail: veiga@iac.sp.gov.br
Atribuições específicas do JBIAC:
Coletar, introduzir, avaliar, conservar e regenerar germoplasma de espécies vegetais;
* Pesquisar a taxonomia, a nomenclatura de plantas cultivadas, a caracterização botânica dos recursos genéticos vegetais;
* Efetuar o intercâmbio de germoplasma;
* Coordenar a conservação de germoplasma e demais coleções institucionais;
* Coordenar o Sistema de Curadorias de Coleções;
* Coordenar a Comissão de quarentena de plantas;
* Executar a Quarentena de Plantas;
* Pesquisar a qualidade das sementes;
* Promover a educação ambiental agrícola;
* Pesquisar métodos e técnicas relacionados a aclimatação, manejo, conservação e propagação de germoplasma vegetal;
* Estudar a biodiversidade com finalidade de preservação, manejo e recuperação de áreas naturais e áreas degradadas;
* Registrar e manter a documentação de plantas referentes ao acervo vegetal da Instituição;
Histórico do JBIAC:
A história do Jardim Botânico IAC remonta a década de 1920, quando se oficializaram as Seções de Botânica Econômica, de Intercâmbio de Plantas e a Seção de Sementes.
A antiga "SEÇÃO DE BOTÂNICA ECONÔMICA" (SBE) teve sua origem em 1928 com o austríaco Eng. Agr. S. Erich Herndlhofer, especialista em fisiologia de sementes. Com a rescisão do contrato, a Seção foi extinta, tendo sido restabelecida em 1935 com a chefia do norte americano Eng. Agr. Willian G. Houk. Teve inicio nesta época o herbário IAC, acervo que conta hoje com aproximadamente 46.000 espécimes botânicos disponíveis a comunidade científica nacional e internacional. Em 1944 assumiu a chefia o Dr. Alcides Ribeiro Teixeira, permanecendo até 1946 quando assumiria o Dr.Dalvo Mattos Dedeca. Nesta época assumiu o Dr. Oswaldo Bacchi, permanecendo até 1961. Na década de sessenta assumiu o Dr. Eduardo Zink. Na década de setenta assumiu o Dr. Emílio Bruno Germek, que teve o trabalho de juntar a extinta introdução de plantas cultivadas com a botânica, denominando “Bptânica Econômica”, permanecendo como chefe até 1981, quando então assumiu o Dr. Eldo Antonio Monteiro da Silva que permaneceu até 1982. Nesta oportunidade assumiu o Dr. Condorcet Aranha e, finalmente, em 1993 assumiria a Dra. Sigrid Luiza Jung Mendaçolli que permaneceu até a extinção da Seção em 1998.
As atribuições de INTRODUÇÃO E QUARENTENA DE PLANTAS tiveram a sua origem em 1928, pelas mãos do Dr. Carlos Arnaldo Krug na Seção de Genética. Em 1934 assumiu os trabalhos o Dr. Alcides Carvalho e em 1942, ainda com o Dr. Alcides, criou-se a Seção de Introdução de Plantas Cultivadas, que prosseguiu com o comando do Dr. Luiz Aristeo Nucci, a partir do ano de 1950. Em 1958 a chefia passou para o Dr. Emílio Bruno Germek, mas, a área foi incorporada, na década de setenta, a Seção de Botânica Econômica, assim permanecendo até 1981. Em 1981 assumiu a chefia o Dr. Eldo Antonio Monteiro da Silva o qual passou a responsabilidade da área de intercâmbio e quarentena de plantas para o Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga. Em 1988 foi criado o Sistema de Introdução e Quarentena de Plantas com a Coordenação do Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga. Em 1997 foi concluída a obra do Complexo Quarentenário, na Fazenda Santa Elisa, com financiamento da FAPESP.
Em 1998, em nova reforma institucional, criou-se o Centro de Recursos Genéticos Vegetais e Jardim Botânico, sendo indicado para diretor o Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga. O CRGVJB incorporou as atribuições e infra-estrutura das áreas de botânica e intercâmbio de germoplasma e ainda acrescentou atribuições de jardim botânico e de educação ambiental. Em 1999 foram concluídas as obras de infra-estrutura do Complexo de Conservação de Germoplasma, financiado pela FAPESP. Em 08 de janeiro de 2002, outra reforma institucional extinguiu o Centro de Recursos Genéticos Vegetais e Jardim Botânico passando suas atividades e pessoal para o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico sob a direção da MSc. Rachel Benetti Queiroz Voltan, subordinado ao Centro Experimental de Campinas.
Com projeto do Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga e equipe, financiado pela FINEP, adquiriram-se as câmaras-frias, telado e casa de vegetação e equipamentos para a conservação in vitro, conservação de sementes e bancos ativos de germoplasma do IAC, em 2002. Em 2003, uma nova mudança recoloca o Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga como Diretor do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico, que permanece até hoje no cargo.
Mesmo com tantas mudanças, são poucas as instituições que trabalham tão intensamente e a tanto tempo em conservação e uso de recursos genéticos, no Brasil (desde a década de vinte).
Na área de plantas cultivadas nativas e exóticas, o IAC destaca-se por seus bancos ativos e coleções de germoplasma "ex situ" , possui 80% do total de coleções de plantas agrícolas do Estado de São Paulo, e na área de nativas também sobressai pela preservação "in situ" de Mata Atlântica e Cerrado, além de mata ciliar, várzeas e pastagens. O NPDJB tem por objetivos a execução de pesquisas e prestação de serviços para o desenvolvimento agrícola sustentável e a agricultura familiar, ecologicamente corretos, efetuando pesquisas em caracterização, morfologia vegetal e taxonomia, conservação "ex situ"e preservação "in situ", recuperação de áreas degradadas, educação ambiental agrícola, intercâmbio de germoplasma, aclimatação e quarentena de plantas.
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